O que o Cidadão Kane tem a ver com a Rainha Christina? A Economia e a Política dos Estereótipos de Gênero no Cinema de Hollywood
ComunicAção & InformAção
Sobre a Fonte de Informação| Campo | Valor |
| Título |
O que o Cidadão Kane tem a ver com a Rainha Christina? A Economia e a Política dos Estereótipos de Gênero no Cinema de Hollywood
What does Citizen Kane have to do with Queen Christina? The politics and economics of gender stereotypes in Hollywood's film industry |
| Autor |
Sandra de Souza Machado; Universidade de Brasília
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| Assunto |
—
Cinema; Gênero; Estudos Culturais; Psicanálise; História — Cinema; Gender; Cultural Studies; Psychoanalysis; History |
| Descrição |
Dados e pesquisas atuais mostram que o cinema norte-americano feito para as massas movimenta entre 10 e 12 bilhões de dólares, por ano, com a produção, exibição, distribuição, bilheterias, vendas de vídeos e DVDs, em escala mundial, que cresce a cada ano. Apesar de seus lugares-comuns, clichês, e fórmulas prontas, este cinema procura se adaptar e acompanhar as exigências "politicamente corretas" e novas preocupações, em nível global, com questões como o racismo, sexismo, gênero, meio ambiente, questões religiosas e sócio-culturais. Mas, em pleno raiar deste século XXI, pouco mudou, de fato, principalmente, no que tange aos problemas de gênero. Aos que reclamam contra os estereótipos femininos que se perpetuaram e se repetem desde o século passado, exaustivamente, na mídia norte-americana e no Ocidente, por conseguinte, os executivos dessa mídia argumentam que a economia e a política cultural da indústria tornam impossível aos produtores evitarem tais estereótipos de gênero. As mulheres, em todo o mundo, ainda têm que lidar com o fato de que muitos produtores (a maior parte) do cinema estão muito mais preocupados em serem chamados de racistas, por exemplo, do que de misóginos. Palavras-chave: Cinema, Gênero, Estudos Culturais, Psicanálise, História.
Recent researches and data show, and confirm, the incredible growth of the film industry in the USA. The production, distribution, exhibition, box office revenues, video and DVD sales stir a global scale sum around 10 to 12 billion dollars, which grows annually. Despite all this industry's common places, clichés, ready made formulas or sequels, it is constantly trying to follow and fulfill new demands and what would be politically correct angles on matters like racism, sexism, gender, environment, multicultural or religious issues. Nonetheless, at the dawn of this 21st century, little has changed, in fact. Chiefly, in what touches gender troubles. Many are the critics who complain against female stereotypes which have been perpetuated and are used, and abused, repeatedly, within the United States mass media (motion picture and TV industry), and consequently in the Western world. However, film industry executives argue that established cultural politics and the economy dynamic of the industry, as a whole, make it impossible to avoid and prevent such stereotypes in their productions. Women around the globe still have to deal with the fact that most moviemakers are far more concerned about being called racists, for instance, than misogynists. Keywords: Cinema, Gender, Cultural Studies, Psychoanalysis, And History. |
| Editora |
Editora da Universidade Federal de Goiás
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| Contribuidor |
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| Data |
2009-09-18
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| Tipo |
—
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| Formato |
application/pdf
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| Identificador |
http://www.revistas.ufg.br/index.php/ci/article/view/7491
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| Origem |
ComunicAção & InformAção; Vol. 11, No 2 (2008); 240-260
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| Idioma |
pt
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| Direitos |
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